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Bate papo

Bate papo

A vida pede mais…

De mim. De você. De todos nós. Já parou para pensar no tanto que já viveu e no pouco que contribuiu? As vezes te bate aquela sensação de que não está sabendo aproveitar o seu tempo? A sua capacidade de se doar seja em benefício próprio ou para o outro?

Quantas coisas você poderia estar fazendo no seu tempo livre, mas acaba optando por ficar deitada no sofá, mexendo no celular? Sabemos que o ócio é importante e o corpo pede um descanso, mas será que não estamos descansados demais?

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A vida pede mais da gente. Pede que sejamos ativos, solícitos. Todos nós estamos aqui para contribuir, aprender e evoluir e se não fazemos nenhuma dessas ações, que desperdício tremendo estamos cometendo. Há quem diga que viver é um eterno perde e ganha – mas a vida tem me mostrado que até nos momentos de “perda” estamos tendo na verdade, uma chance de aprender com tal circunstância. E assim ganhamos sabedoria, maturidade e experiência.

Não faz sentido estarmos aqui sem colaborar com o universo. Precisamos começar a nos mexer. Fazer mais por nós mesmos e pararmos de reclamar. Ao invés de focar no problema, correr em direção à solução é muito mais interessante. Não é fácil ser forte diante de um momento delicado – mas Deus nos concede força todos os dias para que possamos superar todas as barreiras. Basta a gente se ajudar.

Quando nos ajudamos, mostramos a nós mesmos que somos capazes de ser muito mais do que imaginamos ser. Se agirmos com determinação e fé, realizamos tudo aquilo que sonhamos. Não é à toa que estamos aqui, mas somos nós que escolhemos como conduzir o nosso caminhar.

Nossas vidas são preciosas. Saibamos aproveitar o melhor dela, evitando o desperdício de tempo. Concentremos a nossa energia apenas no que for realmente importante e sejamos felizes.

Bate papo Profissão maquiador

Seja você um incentivador de pessoas

Não é tão mais fácil quando convivemos com pessoas que torcem por nós, especialmente quando o assunto é o nosso trabalho? A gente se sente segura e confiante e independente das dificuldades que possam surgir, saberemos que valerá a pena e que quem nos ama estará nos apoiando acima de qualquer coisa.

Seria muito bom se fosse sempre assim não é mesmo? Penso que, se todos nós fôssemos incentivadores uns dos outros, a vida certamente seria muito mais leve. Haveria muito mais amizade, muito mais companheirismo e todos conspirariam para uma corrente do bem!

Me pergunto por que alguém perde seu tempo tacando pedra no caminho do outro. Por que tanta competitividade? Tanta trapaça e ignorância? Por que aplaudir o sucesso do outro gera tanta inveja?

Dia desses encontrei um velho “amigo”, que não via há muitos anos. E em poucos minutos de conversa, ele me perguntou o que eu “fazia da vida” e prontamente respondi que havia me tornado maquiadora profissional, que tinha um atelier e que paralelo à isso, mantinha o meu trabalho nas redes sociais. Na mesma hora pude perceber em seu rosto, um olhar de descontentamento ou quem sabe ignorância e logo em seguida veio mais uma pergunta: “Tá, mais e você, não fez faculdade?”.

Com o tempo, eu aprendi que não preciso dar satisfações e que também não preciso da aceitação das pessoas para direcionar os meus caminhos. Quem sabe o que é melhor para mim, é Deus e eu mesma. E embora eu soubesse disso, tentei fazê-lo entender que ser maquiadora foi a profissão que eu me permiti escolher e que sou muito feliz por exercê-la.

Muitos ainda não entendem (as vezes por falta de conhecimento mesmo) como alguém pode abrir mão da vida acadêmica e talvez de um “futuro mais estável” para entrar no ramo da beleza, que já pelo nome, logo remetem à ideia de que é uma área menos importante. Como se um médico, um professor, um advogado valesse mais que um Maquiador, um cabeleireiro e etc.

Seja lá qual for o trabalho, você só se torna um bom profissional se tiver estudo, comprometimento e amor pelo que faz. E não importa quantos anos de carreira você tenha, você nunca saberá tudo. O aprendizado é contínuo. Isso vale para toda e qualquer área que escolher.

Quando eu decidi me tornar maquiadora, mudei totalmente o rumo da minha vida. Talvez se eu tivesse continuado na Psicologia, teria uma vida muito mais segura em termos financeiros e eu tenho certeza que seria uma boa profissional, mas a pergunta é: Será que eu estaria feliz?

Ter uma estabilidade financeira é sem dúvida um conforto. Mas eu decidi arriscar e hoje depois de 6 anos só tenho um arrependimento: Não ter percebido isso antes e ter me tornado maquiadora há mais tempo.

Para mim, o que vale é você ser feliz. Não importa o cargo que ocupa. Se você é mecânico ou engenheiro. Se você é motorista de caminhão ou de madame. Se você é médico ou enfermeiro. A satisfação em desempenhar o seu papel é única e se você faz por amor, precisa se orgulhar disso e não esperar do consentimento do outro. Seja bem-resolvida consigo mesma e a vida se encarrega de abrir os caminhos para você.

Depois de anos na profissão, algumas pessoas que me cercam “aprenderam” a admirar o que eu faço. Não todas. Outras continuam sem entender e há quem ainda não bote fé no meu trabalho. Eu já topei com todo tipo de gente e foi com essas experiências que eu fui aprendendo a lidar com cada uma delas. As vezes dou risada, as vezes fico brava – mas uma coisa é certa: Elas não tiram a minha paz, muito menos me fazem fraquejar. Somos feitos de muitos gargalos, isso é um fato! No entanto, quando estamos bem-resolvidos sobre determinada coisa, não há nada e nem ninguém forte o bastante para nos fazer recuar.

Tudo que fazemos hoje, colheremos amanhã. Isso é uma verdade! Se você semeia o bem, com toda certeza o bem voltará.

Seja você um incentivador de pessoas. Alguém que transmita positividade e confiança para o outro. Vibre com a felicidade alheia. Estenda a mão para quem, as vezes, precisa de um empurrãozinho. Isso faz a diferença nos dias de hoje.

Não há nada que me comova mais do que topar com pessoas que se preocupam com o seu semelhante. Isso me deixa verdadeiramente feliz e com esperanças na humanidade. Se decidirmos “somar” ao invés de diminuir. Está nas nossas mãos o poder de contribuir para um futuro melhor. Então por que não fazer? Então por que não ser? ♥

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Bate papo

Divagando…

É muita loucura a gente achar que a maioria das coisas que acontece em nossas vidas, nós não podemos controlar. Chego a sentir um calafrio só de imaginar que de repente, tudo pode mudar. E tudo pode mudar mesmo! Não aprendemos a esperar. Essa é a verdade! E o futuro é algo meio sombrio, misterioso e silencioso. Falo isso porque a gente vive de passado e presente – intensamente e estamos acostumados a planejar um futuro glorioso, minuciosamente calculado e previsível e é exatamente nisso que pecamos pois nem sempre (quase nunca) as coisas saem exatamente como idealizamos.

É, a gente cria expectativas demais sobre tudo e sobre todos. E se você é como eu que tem a tendência a sonhar alto demais, vai me entender quando digo que o tropeção quando vem, machuca o nosso dedão e fere até a alma. É uma dor que não cabe no peito e como num balde de água fria, o corpo treme – a voz embarga e tudo fica esquisito demais.

Eu cresci com gente me ensinando que o amor é o combustível principal e que só ele é capaz de resgatar, superar e unir toda e qualquer adversidade por mais complicada que seja. E não que eu venha de um modelo exemplar de família – porque não mesmo! – E embora, tendo vivido bons anos quebrando a cara, eu continuo acreditando no que me foi ensinado. Talvez eu seja um tanto teimosa demais. Insistente demais. Mas acontece que, se a gente deixa de acreditar na humanidade, o que estamos fazendo aqui?

De certo, não estou à passeio. Não vim a este mundo por acaso mas também não faço ideia da minha missão aqui neste lugar. E isso é só mais uma daquelas coisas que a gente não pode controlar, prever ou imaginar. Faz parte do tal futuro silencioso, sombrio, que me provoca arrepios. E mesmo assim, mesmo sem saber, algo dentro de mim me diz que eu devo continuar. Que mesmo que as decepções sejam grandes e que os recomeços sejam vagarosos, ainda sim, hei de continuar e renascer quantas vezes preciso for…pois um dia, sabe-se lá quando e onde – eu entenderei com clareza todas as reviravoltas que a vida me proporcionou.

A compreensão nem sempre vem fácil mas eu posso aceitar porque sei que aquele lá de cima não dorme e não dá um ponto sem nó. E cada dia mais, me vem aquela certeza de que mesmo que eu me sinta só, ele nunca me desamparará. Não há carga pesada maior do que a nossa força e tudo que passamos, sendo pelo amor ou pela dor, nos serve de ensinamento e crescimento espiritual.

Se você é do tipo que questiona tudo e fica procurando respostas para todos os porquês da vida, sinto-lhe informar que ficarás com o silêncio na maioria delas. E por maior angústia que sinta, isso não vai mudar as coisas. Só vai te fazer adoecer. Ao invés de gastar sua energia brincando de Deus, exercite o seu poder de aceitação. E não.. não estou dizendo para você se acomodar – jogar a toalha e deixar a vida te levar. Tenha força para não desistir. Tenha disposição para recomeçar. Se de repente tudo desandou… tenha a certeza que nada foi em vão. Mude a direção, mas continue em frente.

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Muitos caminhos nos levam a um mesmo destino. As vezes a gente escolhe o mais curto achando que pouparemos tempo e são muitas as pedras que precisamos retirar. Existem também as ruas sem saídas – fuja delas. Volte duas casas, trace uma nova rota – mesmo que mais longa. Mas continue caminhando, mesmo sem saber ao certo para onde a estrada vai te levar. Você nunca vai saber de tudo mesmo.

Bate papo Vida de Blogueira

Blogosfera, aonde você está?

Rascunhei muito antes de começar essa postagem e no final das contas, vou escrever aquilo que me vem a cabeça porque ando preocupada com o rumo de tudo isso aqui. Faz tempo que eu (e não somente eu) venho notando que o sentido genuíno de blogar findou-se ou esta perto disso, e todas as vezes que busco uma explicação, fico mais confusa ainda. Eu nem sei mais há quantos anos eu blogo.. perdi as contas (antes do JB, eu já tive outros blogs) e não me lembro de viver uma situação como esta: Blogueiras boas desistindo de seus blogs e com isso dando abertura para aquelas que fazem disso aqui um verdadeiro carnaval o ano inteiro. Virou teatro, espetáculo… virou irreal e cada dia que passa eu me pergunto em que lugar eu fui parar.

Nesse mesmo barco que me encontro, tem uma leva que vem das antigas e que se fazem a mesma pergunta. Porque raios tudo mudou tanto? Não faz muito tempo que ser “blogueiro” virou profissão e que vibramos por isso – pelo reconhecimento das empresas que perceberam o quanto esse veículo é informativo, rentável e popular. Quando eu, finalmente recebi dinheiro pelo primeiro publi, pulei de alegria pois aquilo era uma maneira muito clara de me dizerem: “Oi, apreciamos o que você faz! Queremos trabalhar com você” e não nego que até hoje é assim. Fico feliz e envaidecida a cada contratação porque não se vive só de amor por aqui. O amor é e sempre será um combustível valioso, mas também temos que prestar contas no final do mês, e isso só se paga com dinheiro. Há quem julgue os publis, mas isso é pano pra manga e rende outro post.

Nós que acompanhamos toda essa evolução, ficamos felizes por hoje termos esse reconhecimento, em contrapartida, estamos engasgados com o rumo  dessa “profissão” ainda nova. Por razões de inexperiência ou pelo fato de ainda ser tudo muito novo, muitas “blogueiras” ou “pseudo blogueiras” estão fazendo disso aqui, que antes era apenas uma página na internet onde você compartilhava suas experiências REAIS sobre determinado assunto, um verdadeiro circo. Estão vendendo lendas. Você já não sabe mais identificar o que é verdadeiro e o que é fake. Resenhas (quando tem) cada vez mais comerciais e nada sinceras, publicidades não sinalizadas.. e ainda tem aquelas que apenas compartilham os vídeos do YouTube no blog (e isso é blogar? Ou será apenas mais um lugar onde você divulga seu canal?) Ah, e por falar em vídeos.. que tal “Minha rotina matinal” – e aí vem aquele filminho perfeito, com cama praticamente arrumada, quarto arrumado, café na cama com um boy magia todo maravilhoso.. Ou então vídeo de como “aprender a fazer o quadradinho de 8?” ou ainda “dicas inúteis sobre como usar determinado apetrecho?” Aff, é tanta baboseira.. é tanta apelação que nem sei… daí logo me surge mais uma pergunta: Cadê o conteúdo?

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Antes de ser blogueira, também sou leitora. E me dá uma tristeza danada ter que deixar de acompanhar determinados blogs que antes eram meus favoritos, simplesmente porque perderam sua essência ou então porque se tornaram mecânicos demais. Eu entendo que existe uma pessoa por trás do blog e que ela pode mudar. O que eu não entendo é o fato de mudar uma personalidade tão única, e se tornar algo tão diferente, só para fazer parte da modinha. Algumas perceberam que o público teen fazem bastante barulho nas redes sociais e por conta disso decidiram abandonar seus conteúdos que antes eram relevantes, para então criar algo vazio, bobo só para atender a demanda. Esquecem que tudo isso passa, e que o próprio público teen que faz tanto barulho, também é o primeiro a vir com as cobranças, com os comentários indesejados e etc, tudo pela falta de maturidade mesmo ( E vejam bem, eu não estou generalizando… tem muito adolescente com cabeça boa). Aí depois essas mesmas “Blogueiras” que mudaram seus estilos só pela audiência, reclamam da falta de privacidade, dos comentários abusivos e blá blá blá. Um paradoxo inesgotável.

Sinto falta de conteúdo. Sinto falta de blog genuíno. Sinto falta daquela blogueira de verdade, que passa horas na frente do computador procurando por referências, que trabalha massivamente na pesquisa antes de publicar qualquer coisa. Daquela que quando vai testar um produto, dá a sua opinião verdadeira e não porque foi um jabá de empresa. E eu não digo que você tem que vir a público gongar uma marca para mostrar “Olha como eu sou sincera”. Blogueira de verdade quando não gosta de um produto recebido, ela nem posta. Guarda pra si, porque sabe que a experiência é pessoal e que sabendo do seu poder de influência, não vai jogar na rede a sua experiência ruim sendo que pode ser algo totalmente diferente com outra pessoa.

Sei lá, está faltando bom senso de um modo geral. Bom senso no que se escreve, bom senso nos comentários de leitores, bom senso das empresas que compram falsos posicionamentos só pelo marketing. Aqui, não é “topa tudo por dinheiro”. Aqui ainda é um lugar onde se compartilha experiências reais.

Procuro manter a minha sanidade e continuar apostando que tudo isso vá mudar. Que quando a modinha passar, fiquem apenas aquelas que realmente estão aqui – cada uma no seu cantinho, comendo pelas beiradas – tentando fazer a engrenagem rodar mesmo parecendo estar na contramão. Não quero ver chegar o dia em que eu precise escrever: ” Esse é o último post do Joyce Braga”. Não quero deixar de acreditar. Quero ver isso mudar e viver essa mudança… quero estar aqui, sentada na frente desse computador que trava mais do que qualquer coisa, rascunhando, pesquisando e escrevendo para vocês.

…Para vocês que assim como eu, valorizam cada minuto lendo um artigo do seu blog favorito. Para vocês que assim como eu, aprendem tanto na internet e que fazem dela um ambiente saudável, leve e honesta.

Ei mundo blogueiro, volte aqui…

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