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Bate papo

Bate papo

O melhor de nós

Procuramos fazer o melhor que podemos diante de determinada situação. Tentamos dar o melhor de nós mesmos para alguém que nem sempre se sentirá satisfeito. Algumas pessoas querem sempre mais. Esperando muito mais de nós, e não se importam ou percebem que já estamos sendo o máximo que poderíamos ser.

Quantas vezes escondemos nossas aflições simplesmente para não entristecer o dia de alguém? Quantas vezes nos reprimimos e vestimos a roupa do ” Esta tudo sob controle” apenas para parecer forte e autossuficiente?

Cada pessoa carrega dentro de si as suas lutas. Quem somos nós para julgar ou exigir que sejamos atendidos na mesma proporção que esperamos? Cada um oferece aquilo que pode dar no momento. Algumas pessoas impõem que nos coloquemos no lugar delas para que possamos compreendê-las. Mas será que estas pessoas estão fazendo o mesmo por nós, com honestidade?

No egoísmo não há empatia. No julgamento não há direito de resposta. Na mesquinhez não há amor, só pobreza. E embora encontremos essas questões ao longo do caminho, precisamos dar continuidade para tudo aquilo que acreditamos – e independente das asperezas humanas, possamos cultivar dentro de nós sempre o melhor.

A vida é movimento e o mundo não para. Deixemos para traz tudo aquilo que nos acorrenta a alma. Se não estamos sendo suficiente para alguém, que sejamos para nós mesmos e para quem está aberto para receber isso de nós. Concentremos nossa energia com pessoas que realmente valham a pena. Que ao menor esforço, retribuem o gesto com profundo amor e ternura.

Uma boa semana para todos!

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Por que viver dói tanto?

No último final de semana fiz uma descoberta tão maravilhosa que eu não poderia deixar de compartilhar com vocês e pode ser que eu esteja um tanto quanto ultrapassada e que você já conheça o trabalho belíssimo da Paula Abreu, que é Coache e treinadora de desenvolvimento pessoal e escritora. Mas, se você caiu de paraquedas aqui neste post e está boiando no assunto, vem cá comigo – vamos conversar um cadinho.

Que eu amo ler, assistir ou qualquer coisa que seja, quando o tema é autoconhecimento, espiritualidade e afins, acho que vocês já perceberam né? Acredito que quanto mais nos inteiramos sobre esses assuntos, melhor preparamos a nossa consciência sobre nós mesmos. Acompanho muitos profissionais da área, palestrantes que acabaram se tornando youtubers e que gentilmente compartilham um pouco mais de luz para nossas vidas, de forma gratuitamente. Aliás, essa é a beleza da internet.

E numa dessas buscas, cheguei ao canal da Paula. E gente, que contribuição linda e leve ela passa nos seus vídeos. Assisti quase todos numa velocidade como se fosse aquela série favorita, que você não consegue parar de assistir sabe? A boa notícia é que ela está toda semana atualizando o canal e a gente dificilmente vai precisar esperar a próxima temporada rs.. Pois bem, de todos que eu assisti, decidi compartilhar aqui um dos que mais me tocou, cujo tema é: Por que viver dói tanto? Nesse vídeo, ela fala com muita clareza sobre o processo de despertar e o reencontro com a essência. Espia só:

Depois disso, eu nem preciso falar mais nada, apenas ser grata.

E você, me diz o que achou! Espero que este post tenha contribuído de alguma maneira no seu dia e que crie em você a coragem para despertar.

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Calmaria

As vezes, a gente demora pra se dar conta… mas dentro de nós, é tanto barulho que nem percebemos. Tanto acúmulo de energias que na maioria dos casos nem são boas… Vamos somatizando tudo, muitas vezes sem filtro – vai no automático – De repente, a gente entope! Entramos em erupção como se fôssemos um vulcão. Quando isso acontece, fica difícil distinguir o que é nosso e que nós mesmos absorvemos sem nos pertencer. O corpo logo manda sinal – é a cabeça que explode, o corpo que fica cansado, o coração que bate acelerado e a respiração que nunca completa.

Na correria do dia a dia, a gente fica muito exposto e simplesmente “parar 5 minutos” não dá. Pensamos que as horas passam depressa demais, e que não vai dar tempo de fazer tudo que temos que fazer. Mas, a verdade é que tudo se ajeita no final das contas, e se a gente acreditasse nisso sem nos desesperar, perceberíamos que administrar o nosso tempo não é tarefa tão árdua assim.

Ter 5 minutos para nós… para ser calmaria. É tão importante quanto estar a todo vapor, com a criatividade em dia, com os exercícios em dia, com os compromissos sociais e profissionais em dia.

Colocar pra fora nossas inquietações, mesmo que seja somente para Deus alivia muito. Ter um dia de folga para fazer aquilo que amamos, mesmo que seja simplesmente “não fazer nada” num dia de domingo… A gente não precisa se cobrar tanto e nem devemos somatizar tantas energias que não nos pertencem.

A fluidez do dia depende principalmente de nós. E isso começa ao acordar. Não podemos controlar  as adversidades mas podemos sim decidir não carregar o peso delas. Fazendo esse exercício diário, perceberemos a leveza da nossa mente, corpo e espírito.

Um bom domingo e início de semana para todos.

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Não foi fácil mas foi preciso.

Eu sempre fui do tipo de pessoa que realiza diversas atividades ao mesmo tempo, e isso nunca foi um problema até que… o Ateliê ficou pronto. O ritmo de trabalho está acelerado (graças a Deus) e eu ainda trabalho sozinha – ou seja – sou eu e eu mesma para fazer tudo. Eu que tenho que produzir conteúdo, fotografar, editar, gravar, editar vídeo, dar os cursos, responder clientes, publicidade e prospectar alunos. Paralelo a isso, tenho uma casa pra administrar, uma salsicha danada pra cuidar e uma vida social que acontece nos momentos off lines, se é que eles existem rs… Não é fácil! E eu confesso pra vocês que eu ainda não to sabendo me organizar. Logo eu que.. sou a louca da organização.

No dia 30 de janeiro, o blog completou 4 anos e eu só me dei conta no final da semana (que bonito hein…). Isso significa que há 4 anos atrás, um passo muito importante foi tomado. Abri mão da CLT e então ser a minha própria chefe e mais uma vez volto a dizer, não foi fácil. Não é fácil rs.

Durante os 3 primeiros anos, dediquei massivamente ao blog e o canal, além do meu trabalho como maquiadora aos finais de semana. Era uma rotina gostosa, corrida e que eu amava, até chegar 2016 e eu ver a minha vida de cabeça pra baixo, totalmente bagunçada. Eita, ano complicadinho! Apareci pouco por aqui e até chegar janeiro deste ano (onde eu sinto que os tempos difíceis serão mais amenos) eu estava bemmmmm desmotivada com o blog e o canal. Dei uma pausa para pensar em tudo e ver se valeria a pena continuar e olha só o que eu estou fazendo agora… escrevendo para vocês.

Fato é que eu gosto disso aqui mesmo sabendo que hoje em dia, quase ninguém tem tempo para ler um post. O pessoal migrou para as outras redes e quem ainda mantém um cantinho como esse, é só alguém verdadeiramente apaixonado.

Mudei algumas coisinhas, organizei essa casa. Agora a missão é organiza a minha vida – tarefa espinhosa mas eu ei de conseguir. Tenho recebido muitos produtos legais que valem a pena uma resenha para vocês e esse foi um dos motivos por insistir nisso tudo. Compartilhar minhas experiências foi e sempre será algo que me dá imenso prazer, pois quando eu penso que posso ajudar de alguma forma quem está ai do outro lado, isso por si só já me rende um sorriso e um sentimento de satisfação muito grande. Afinal, para que tudo isso existiria senão fosse por esta razão não é mesmo?

Lembrei de como era blogar nos tempos de antigamente. Tudo era muito mais pessoal. Hoje em dia poucos se mantiveram assim. Eu mesma, fui nessa onda. De repente me vi fazendo um pouco mais do mesmo e restou um vazio.. Não quero mais isso! Quero voltar a ter os momentos mais intimistas com vocês. Não vou abrir mão das resenhas que são de fato, importantíssimas. Contudo, quero voltar a escrever sobre os assuntos que vão além do universo da beleza, por exemplo.

Quero compartilhar um pouco mais da minha vida offline. Minhas reflexões e inspirações. Espero que alguém esteja aqui para embarcar nessa junto comigo! Vocês topam?

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O que eu ainda estou fazendo aqui?

Ultimamente, é essa a pergunta que eu ando me fazendo quando penso aqui no blog. São 3 anos só com o Joyce Braga e de lá para cá eu acompanhei muitas crises existenciais de amigas blogueiras que em dados momentos, se viram perdidas no meio da rede, como se o sentido houvesse morrido. É a primeira vez que me vejo nessa situação, com o mesmo sentimento! Por conta disso e por tantos outros acontecimentos que vivi neste primeiro semestre de 2016 (e que já contei em outro post), de repente tudo aqui me pareceu chato e mecânico demais.

Me ausentei propositalmente e nessa ausência eu percebi muitas coisas e descobri que ainda gosto disso aqui. Eu só precisava esvaziar a mente, limpar a casa e reencontrar aquele gás que me mantinha motivada. Não sei se ele veio com força total, mas agora já sei que quero continuar, talvez de um jeito mais pessoal – trazendo um pouco mais de mim, das minhas andanças por aí e não somente resenhas de produtos, tutoriais de maquiagem e etc. Me obrigar menos, e estar mais presente quando a vontade aparecer. Compartilhar aquilo que eu julgar importante sem me preocupar se vou me expor demais. Isso me lembra a era dos blogs de mil novecentos e lá vai bolinha… naquela época todo mundo fazia disso aqui um diário virtual e era tão genuíno que dava gosto de ler textão.

De uns meses pra cá, me sinto uma outra pessoa. Tenho vivido tantas coisas e isso tem contribuído muito na forma como eu enxergo a vida hoje. Para acompanhar tais mudanças e na tentativa de reencontrar um estímulo para fazer isso aqui dar certo, resolvi mexer um pouco na cara desse blog que estava clean até demais. Estou bolando uma programação de postagem e tentarei diversificar mais o conteúdo. Assim que eu conseguir fechar essa programação contarei a vocês.

Pois bem, aqui estou eu novamente. Tentando me reinventar, sendo mais eu do que nunca e na esperança de que tudo se ajeite da maneira mais leve possível. Como eu sei que ainda tenho uma galera muito bacana que me acompanha, tenho certeza que não estarei só. E juntos, continuaremos trocando nossas experiências, atravessando todas as adversidades que possam surgir.

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